1 de maio de 2012

NIZAN GUANAES Tudo pelo social



As marcas devem ter sua personalidade, integridade e opinião; do monólogo passamos à conversação
Você e sua empresa não precisam mais decidir se e como entrarão nas redes sociais, vocês já estão dentro delas.
A esta altura do jogo, as redes já estão falando de você, da sua marca, dos seus produtos. Ouvi-las tem de fazer parte do seu negócio. Pesquisá-las tem de fazer parte do seu negócio. Mas o que você mais precisa mesmo é de uma estratégia.
E não é uma estratégia de defesa, mas de ataque, e estratégia não só para o que dizer, mas também para o que ser. Porque só existe uma coisa mais social do que uma pessoa: uma empresa.
Quem não agregar esse valor da comunicação total ao seu negócio terá desvantagem competitiva diante das empresas que já fazem ou farão isso bem.
Há um potencial social natural em toda empresa que agora terá de ser mais acessado e desenvolvido sob o custo da obsolescência. Olhe para a sua atividade e pense como a capacidade de comunicação total pode transformá-la, para dentro e para fora. É preciso encontrar esse ângulo, que certamente está lá e será necessário neste mundo com a velocidade do último chip.
Não é fácil, não tem histórico, mas é intenso e rápido, muito rápido. Fortes emoções estão garantidas.
As marcas agora devem ter sua personalidade, sua integridade e sua opinião.
Antes era um monólogo, agora é uma conversação, mais dissonante que consonante, e muito mais democrática do que antes. Impossível de entender pensando pequeno, criando limites.
Para começar, social não é uma mídia, é um espírito. Um espírito animal. Tudo o que poderia um dia ser social, agora será.
Música pode ser social. Leitura pode ser social. Fotografia pode ser social. TV pode ser social. Comprar pode ser social. Viajar, se informar, estudar, encontrar um emprego, um(a) namorado(a) são todas atividades que podem ser sociais e por isso se organizam e se organizarão cada vez mais em torno de redes como Facebook, Twitter, Instagram, YouTube e outras que virão e irão.
Você não precisa se tornar um especialista nessas novas ferramentas, até porque elas passam.
Seja um especialista em comportamento, entenda a suprema tecnologia humana, aquilo que chamamos de alma.
Aliás, é bom lembrar que as redes sociais sempre foram dominantes e determinantes -das associações mercantis da Idade Média aos fluxos de migração global. Foi com essa capacidade de organização social que vencemos tantos desafios.
No Coliseu romano, a plateia já usava o dedão para cima ou para baixo, como fazemos hoje no Facebook, para mostrar aprovação.
As redes sociais estão com tudo, mas elas não têm uma regra fixa. O que já sabemos: não basta anunciar, é preciso comunicar; não é só oferta, é relacionamento; não fique indiferente.
Mais do que a mensagem e do que o meio, agora é o modo. O modo social.
Mas é preciso tomar cuidados.
O sujeito entrou cabisbaixo no consultório do psiquiatra e explicou:
"Doutor, não sei o que está acontecendo comigo. Só ando com a cabeça baixa, olhando na direção do chão, não falo com ninguém, não ouço ninguém, não consigo ter longas conversas, manter o foco. Minhas mãos doem, meu pescoço dói. Doutor, o que eu tenho?".
"Um Blackberry."
Piada é uma das maneiras mais fáceis de contar verdades. O perigo das redes é o da alienação, do distanciamento pela proximidade superficial. É preciso equilíbrio e coerência. O que se faz na rede deve-se fazer fora da rede. Quanto mais o "on" estiver junto com o "off", mais força as duas bandas dessa nova realidade terão.
E não podemos confundir conexão com conversação. Afinal, fãs não são próximos e seguidores não são amigos.
O brasileiro é um ser social por definição e criação. As redes aqui avançam com rapidez maior do que na maioria dos lugares, e ficamos conectados mais tempo do que os outros.
Isso só vai aumentar. Você não pode ficar de fora. Você já está dentro. Acomode-se. Incomode-se. Comunique-se.
E não digite com os dedos, digite com a alma.
NIZAN GUANAES, publicitário e presidente do Grupo ABC, escreve às terças-feiras, a cada 14 dias, nesta coluna.

Universidade Harvard reclama do preço de revistas científicas



Assinatura de periódicos está insustentável, diz comunicado divulgado pela instituiçãoSABINE RIGHETTI
DE SÃO PAULO
Harvard, considerada uma das melhores universidades do mundo, está incentivando seus pesquisadores a publicarem artigos em periódicos de acesso aberto.
A instituição emitiu um comunicado aos seus mais de 2.000 cientistas pedindo que considerem publicar seus trabalhos nas revistas acessíveis de graça na internet.
O comunicado também pede que os pesquisadores, caso publiquem em revistas de acesso pago, garantam que os trabalhos fiquem disponíveis na internet em sites ou blogs -e que incentivem os colegas a fazerem o mesmo.
De acordo com Harvard, a conta de assinatura dos periódicos está "insustentável" -mesmo para uma instituição com orçamento anual de US$ 6 bilhões. A universidade gasta US$ 3,5 milhões por ano para garantir o acesso aos principais periódicos científicos do mundo.
As publicações de maior impacto hoje, ou seja, as que são mais citadas pelos cientistas, cobram assinaturas anuais que chegam a custar US$ 40 mil. Algumas, no entanto, permitem que os autores disponibilizem seus trabalhos na internet.
Já as revistas de acesso aberto cobram para publicar os trabalhos aprovados (média de US$ 1.500 por artigo), mas deixam todo o conteúdo disponível gratuitamente.
O movimento de Harvard vem na onda de um boicote internacional de cientistas à editora Elsevier devido ao valor da assinatura de periódicos como o "Lancet". Mais de 10 mil cientistas já se comprometeram a não enviar trabalhos a revistas da Elsevier.
No Brasil, quem paga a conta do acesso aos periódicos é a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Em 2011, a Capes gastou R$ 133 milhões para que 326 instituições do país acessassem mais de 31 mil revistas científicas.

VLADIMIR SAFATLE Universidades internacionais



Atualmente, é consensual a visão de que a internacionalização é o grande desafio da universidade brasileira. A conjunção entre a língua portuguesa, pouco falada, e o isolamento geográfico em relação aos grandes centros universitários da Europa e dos EUA contribuíram para a produção intelectual brasileira ser desconhecida no resto do mundo.
Quem frequenta congressos internacionais sabe que tal desconhecimento não tem necessariamente a ver com a qualidade de nossa produção, mas, principalmente, com a dificuldade de sua circulação.
Com a transformação do país em ator importante da nova geopolítica mundial, é natural que muitos países comecem a se perguntar sobre o que as universidades daqui produzem, quais seus debates e correntes fundamentais, assim como se associar a tais debates.
É nesse contexto que as discussões sobre internacionalização das universidades se coloca. No entanto é triste ver que elas ocorrem de maneira irrefletida, parecendo guiar-se meramente por posições em rankings internacionais.
É impressionante como as universidades brasileiras não estão preparadas administrativamente para isso. Na USP, é comum um aluno esperar inacreditável um ano e meio para ver um pedido de cotutela de doutorado assinado. Uma proposta de acordo de cooperação internacional pode demorar mais tempo. Tudo porque não temos pessoal suficiente e simplicidade burocrática.
Por outro lado, a verdadeira internacionalização se refere ao tripé: pesquisa, formação e docência. Até agora, enxergamos só o segundo ponto, com bolsas de estudo para que nossos alunos passem temporadas no exterior.
Diga-se de passagem, o último programa brasileiro de bolsas (Ciência sem Fronteiras) teve o disparate de ignorar as áreas de ciências humanas na definição de suas prioridades, o que só se justifica por uma ideia tosca de desenvolvimento social que nem sequer a ditadura militar teve coragem de implementar.
Mesmo no quesito "formação" seria fundamental que nossas universidades permitissem, de uma vez por todas, que estrangeiros prestassem concursos para professor universitário, mesmo que não tenham domínio do português. Basta que eles se comprometam a aprender português. Nossos alunos teriam uma formação mais sólida e diversificada.
Por sua vez, nossa pesquisa deveria ser objeto sistemático de difusão internacional. Os professores deveriam ter linhas de financiamento para a tradução de artigos e livros a serem publicados em outros países.
O governo deveria investir na formação de redes internacionais de pesquisadores por intermédio de acordos acadêmicos. Com um conjunto claro de ações, nossos resultados na internacionalização seriam muito mais visíveis.

Le piden la renuncia a una maestra porque sus alumnos saben leer y escribir


30-04-12 |

La docente, que trabaja es un escuela pública de Andorra, fue acusada por un funcionario de "enseñarles demasiado a los niños" de su clase. Los padres de los menores exigen que se quede en la institución 
Crédito foto: EFE


Los alumnos de cuatro años de la escuela de Escaldes-Engordany de Andorraya saben sumar, restar, leer y casi escribir.

Este extraordinario desarrollo curricular, con el que están encantados los padres, no gustó al inspector de Madrid (uno de los sistemas educativos andorranos depende del Ministerio de Educación español), que tras visitar el colegio, aconsejó a la dirección que eche a la maestra porque los niños "tienen un nivel demasiado alto para una escuela pública", publicó 20minutos.es de acuerdo con una nota delPeriódic d'Andorra

La docente, que es tutora de 11 niños, está acusada de "enseñar demasiado a los niños" e intentará defenderse de este informe desfavorable a través de sus abogados.

Los padres quieren que la maestra se quede en la institución y siga impartiendo clases a sus hijos al menos un año más. Para ello, se reunieron con el embajador de España en Andorra, Albert Moreno, que intentará solucionar el conflicto.

Las familias de los alumnos se basan en que la ley de educación española, aunque expone unos mínimos de enseñanza, no menciona unos máximos. Y aseguran que el nivel de exigencia de la maestra depende de los niños. "Los niños le piden más y ella se lo da", dice una de las madres.

Las sospechas recaen en que quizás el conflicto se derive de malas relaciones de la mujer con la dirección. Por el momento, consiguieron el compromiso de que la profesora continúe hasta final de curso, aunque el centro le pidió que baje el ritmo de enseñanza, una decisión que tampoco gustó a las familias.

A look at teacher training programs from around the world


Q&A with Maria Teresa Tatto:

Maria Teresa TattoHow is math teacher training in Norway different from that in Singapore? What about Botswana or Chile? A group of international researchers headed up by a team at Michigan State University set out to answer those questions in 2006. The result is a six-year, 17-country study that tries to zero in on what countries can learn from each other to improve their teacher training practice.
The Teacher Education and Development Study in Mathematics is the first attempt to compare international math teacher preparations on this scale. About 22,000 teachers-to-be were surveyed and tested, as well as 5,000 instructors. The Hechinger Report talked to Maria Teresa Tatto, study director and associate professor at Michigan State, to learn the main takeaways of the work.
Q: What were some of your main findings from the study? 
A: There are three key findings from the study. One is that teacher education is diverse and complex. There is no such thing as a universal program to prepare primary teachers or for secondary teachers across the programs we studied. Two, while outcomes of teacher education seem to vary according to variations in program design, all countries whose future teachers scored high in our assessments of mathematics knowledge and mathematics pedagogical knowledge rely on university-based teacher education programs. Three, future teachers who seem to know more about content and how to teach it get rigorous math instruction in high school and are in university teacher-preparation programs that are highly selective and demanding.
If you look at Chapter 1 in our report, you can see the diversity in teacher education. For example, Poland has two types of programs for primary teachers. One is a program that prepares teachers to teach up to grade four. They know substantially less mathematics content than the programs that Poland has for its specialist mathematics teachers. Program design matters. If you set up high requirements in your program and provide future teachers the opportunity to learn mathematics, and mathematics pedagogy it is likely that teachers may end up with higher level of mathematics for teaching knowledge.
We are learning the same thing from the teacher preparation programs that had the highest scores in our assessments. We had Chinese Taipei and Singapore as having a really higher achieving group of future primary and secondary teachers. They do things differently. They have very high standards for entry into teacher education. Of course, if you have an oversupply of highly-qualified candidates, you can afford to be very selective. In many countries, practically everyone who wants to go into teacher education may be accepted, especially if you have a low supply or if the teaching profession is not very attractive or if it is not very well paid or if teachers are not seen as professionals. It seems like higher-qualified teachers come with more attractive work conditions, more attractive salaries and overall consideration of the teaching profession as a more professional endeavor.

You said Chinese Taipei and Singapore did the best. How did the United States fare compared to other countries?
There is another series of countries that represent the next layer of performance in the assessments we used. That group of countries includes Germany, Poland, Russia, Switzerland and the U.S. Germany and the U.S. are more similar in terms of performance than Russia and Poland. Even though U.S. primary future teachers did not score as highly in our assessments as Chinese Taipei, or as Singapore, primary future teachers showed a level of performance in our test above the international mean. What this means is that they seem to be well equipped to teach the lower levels of primary school.  These same teachers however had difficulty with things like solving abstract and multiple steps problems. This is important information for teacher education programs and especially in the U.S. where we place a lot of emphasis on basic mathematics knowledge at the expense of more advanced knowledge such as calculus. Also in the U.S., we have future teachers at both levels—primary and secondary—that score as high as some of the future teachers in higher scoring countries. There is just a lot of variation and that variation is across programs rather than within programs.
The lowest performing group across all countries including the U.S. is the group of teachers who we think of as prepared for teaching lower secondary or middle school. We do not understand the reasons for this very well but we are very concerned about this area. It may be because they are still considered part of the primary or elementary programs and are prepared as such, but, in fact, the lower secondary curriculum does require more knowledge of mathematics that they still don’t have. That’s an important question.
Saying that a country is above or below the international mean doesn’t have much meaning. So we developed something called anchor points. Anchor points are a way of thinking about what people are able to do or not able to do in our assessment. To make sense of the results of the mathematics knowledge assessment we have two anchor points, one falls below the international mean and one above to indicate two distinct levels of performance. We then developed careful descriptions of the knowledge that people have when they score below or above the anchor points to describe what they are able to do and what they are not able to do. That is more important than saying below or above the international mean and certainly more important than only showing country rankings. This gives the participant countries the opportunity to contrast their curriculum against their goals for their future teachers. This way they can see these descriptions which are in Chapter 5 of our report and say, ‘Well that’s perfect. That’s exactly what we want our future primary teachers to know and we really don’t care whether they can solve quadratic or exponential functions’ Or they may decide that indeed it would be a good idea to change their program’s curriculum to prepare teachers to achieve higher levels of mathematics knowledge.
For countries that do look at those anchor points and decide they still do want to improve their teacher preparation programs, what are some of the recommendations you have for how they might go about doing that?
Previous knowledge of mathematics is very, very important. That speaks to the importance of more rigorous selection policies before people enter into the teacher education program. However having higher levels of mathematics knowledge does not guarantee that future teachers would do well in our assessment of mathematics pedagogy knowledge. We basically found that those programs where people seem to think that mathematics is more inquiry based, is conceptually learned, they do better in our test. This is of course not a surprise because our test measured that kind of ability. We don’t emphasize in our measures rote or procedural mathematics.
We also learned that definitely countries that prepare the best teachers do rely on programs for teacher education in universities. They are not taking any shortcuts.I think this is an important finding in the current climate we have in the USA and even globally, where we’re thinking that teachers can be good teachers if you take someone good at mathematics content only and give them short training. That’s definitely not the case for the higher performance countries in our study. In the countries in our study that do a good job with their teachers, they spend a lot of time not only making sure that they have the knowledge of mathematics that they need, but they also spend a lot of time making sure that they know how to teach mathematics. My colleague from Chinese Taipei—the highest scoring country—says this all the time. You do not only need to know the mathematics but you also need to know how to teach mathematics, how to explain it to others.Nobody graduates until they can demonstrate that they know how to teach.
We have developed a method, a model, to study teacher education practice and learn from it. This is a study where teacher educators are studying their own programs and the result of their own practice. It is a collaborative model that produces useable knowledge that teacher educators can use to improve their program’s outcomes. For a study of higher education, we had very high response rates from future teachers and I attribute this and the success of the overall study to this collaborative approach to inquiry.

Nasce um bebê por hora nos EUA com sintomas de vício, diz estudo


Entre 1999 e 2009, triplicou o número de bebês nascidos com sintomas de dependência de opiáceos, como heroína e analgésicos.

01 de maio de 2012 | 6h 03

Estado de São Paulo
A cada hora, nasce um bebê, nos Estados Unidos, com sintomas de dependência de opiáceos, segundo um estudo publicado na revista científica da American Medical Association.
Entre 1999 e 2009, triplicou o número de recém-nascidos com síndrome de abstinência no país, devido a um grande aumento na incidência de grávidas viciadas em substâncias legais e ilegais derivadas do ópio.
Segundo os autores do estudo, baseado em dados de mais de 4 mil hospitais, grande parte do problema é o vício em remédios para dor, entre eles oxicodona e codeína.
Só em 2009, 13,5 mil bebês teriam nascido no país com síndrome de abstinência neonatal.
Vício
Logo após o nascimento, a bebê Savannah Dannelley teve de ficar internada na unidade neonatal de um hospital em Illinois, ligada a máquinas que monitoravam sua respiração e batimentos cardíacos.
Ela chorava muito, tinha diarreia e dificuldade de se alimentar, problemas típicos em bebês com abstinência. Alguns também têm problemas respiratórios, baixo peso e convulsões.
Sua mãe, Aileen, de 25 anos, parou de tomar analgésicos no início na gravidez, substituindo os remédios por metadona sob supervisão médica.
Agora, tanto ela como a bebê passam por um tratamento para combater o vício.
"É muito duro, todo dia, emocionalmente e fisicamente", disse Aileen Dannelley à agência Associated Press.
Altos custos
Não se sabe ao certo quais são os impactos de longo prazo para a saúde de bebês que nascem com sintomas de dependência, mas reagem bem durante as primeiras semanas de vida.
Algumas pesquisas científicas, mas não todas, apontam um risco mais alto de problemas de desenvolvimento.
O que fica claro, segundo o novo estudo, é que os custos médicos são muito mais altos com bebês que nascem com o problema.
"Bebês com síndrome de abstinência neonatal precisam de hospitalizações iniciais mais longas, frequentemente mais complexas e mais custosas", conclui o estudo.
Em média, um recém-nascido com sintomas de dependência passa 16 dias no hospital, comparado com apenas três para os demais bebês.
Para Stephen Patrick, um dos autores da pesquisa, "os opiáceos estão se tornando um grande problema nos Estados Unidos".
Marie Hayes, da Universidade do Maine, diz que em 85% dos casos de bebês com síndrome de dependência, as mães eram viciadas em remédios normalmente vendidos com receita médica e, em poucos casos, as mães eram dependentes de heroína ou estavam tomando remédios por necessidade, após um acidente de carro, por exemplo.
Um editorial da revista que acompanha o estudo diz que enquanto "os opiáceos oferecem um controle de dor superior", eles também tem sido "receitados de forma exagerada, desviados e vendidos ilegalmente, o que cria um novo caminho para o vício em opiáceos e um problema de saúde pública materna e infantil". BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC. 

Entrevista a Pierre Bourdieu acerca de Homo Academicus


Hacia 1984, durante una visita a Estrasburgo, Pierre Bourdieu concedió una breve entrevista a Soir Alsace (en francés) con motivo de la publicación de Homo Academicus. Aquí, es posible escuchar al sociólogo francés referirse sobre la necesidad de objetivizar a la clase intelectual y analizarla, como cualquier otra, en términos científicos.