Jorge Werthein

11 de março de 2018

  1. 0 resposta8 retweets6 curtiram
     
     
     
     

Postado por jorge werthein às 07:55
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Postagem mais recente Postagem mais antiga Página inicial
Assinar: Postar comentários (Atom)

Inscrever-se

Postagens
Atom
Postagens
Comentários
Atom
Comentários

Postagens mais visitadas

  • UNESCO: Analfabetismo funcional
    A recente divulgação dos dados da oitava edição do Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), pesquisa realizada pelo Instituto Paulo Monte...
  • Counting the Hungry
    By  MARTÍN CAPARRÓS SEPT. 27, 2014 Photo A malnourished 5-month-old was held by her mother in a camp in Mogadishu, Somalia, i...
  • La burbuja universitaria
    Vida&Artes: Tanto Bolonia para esto JOSE-GINES MORA   22 AGO 2012 -  El País Recomendar en Facebook Twittear ...
  • Pobre América Latina
    EDITORIAIS editoriais@uol.com.br Folha de S. Paulo. 24.8.2012 O relatório da ONU "Estado das Cidades da América Latina e Carib...
  • Universidade com aspas
    EDITORIAIS editoriais@uol.com.br No Brasil, instituições de ensino superior com perfis distintos recebem o mesmo nome; rankings deve...
  • JOSÉ PAVAN JÚNIOR Cinema ou escolas? Nossa administração não está aqui para defender o interesse de cineastas. Triste para eles, melhor para a população de Paulínia, com saúde e escolas O episódio da suspensão (não houve cancelamento) do Festival de Cinema de Paulínia de 2012 nos remete a uma importante reflexão mais profunda sobre a política de utilização de recursos públicos. A reportagem "Filme queimado" (na Folha, no último dia 19) informa que o polo cinematográfico da cidade foi construído na administração passada, que ele custou R$ 490 milhões (R$ 490 milhões!) e que está subutilizado. É verdade. Em outro trecho, o texto diz que o prédio da Escola Magia do Cinema "deu lugar a uma escola de ensino fundamental". Também é verdade. Ocorre que, nos últimos dez anos, Paulínia (SP) não recebeu nenhuma nova escola, apesar do grande crescimento da população. Agora, estamos entregando, no mês que vem, dois novos prédios escolares, para atender 1.800 alunos. Enquanto não ficam prontos, tomamos emprestadas as dependências da escola de cinema citada, onde centenas de meninos e meninas recebem aulas curriculares. Mas, até o meio deste ano, o prédio será devolvido, dando continuidade a todo o trabalho que o polo cinematográfico vem fazendo: há dois filmes já em pré-produção e atendemos 2.100 alunos com aulas de dança, música, teatro e cinema. Há cursos e workshops de direção de arte, produção e fotografia, que continuam, e a temporada de concertos musicais já foi lançada. E muito mais. A defasagem que hoje a Prefeitura de Paulínia está suprindo no atendimento direto à população não existe apenas na área de educação. Hoje, há 1.479 casas populares em fase final de construção, duas novas creches estão em acabamento e mais 550 novas vagas em creches foram viabilizadas em convênios com escolas particulares. O hospital atende com equipamentos de primeiro mundo. A cidade, antes poluída, ganha prêmios pela preservação do meio ambiente. E, principalmente, há um grandioso programa de ação social que atende mais de 20 mil pessoas, com programas como o Renda da Família, o Bolsa-Educação, o Bolsa-Amamentação, a passagem de ônibus a R$ 1, a distribuição de cestas de alimentos, entre outros. O administrador é obrigado a fazer opções. A nossa, em Paulínia, está sendo priorizar as áreas que atendem à população, principalmente aos mais necessitados. O Festival de Cinema teria um custo direto de R$ 3,5 milhões. Mas o próprio material de captação de recursos, editado pelos organizadores, informa que "o orçamento total é estimado em R$ 8,8 milhões". Todos sabem como são essas "estimativas". A realidade é que a captação de patrocínios só tinha conseguido contratar R$ 400 mil. A diferença fatalmente também recairia sobre os recursos municipais. Não é justo! Não é correto! Em dezembro, um estudo qualitativo feito pelo Ibope apontou que a população da cidade está descrente e cansada do modelo administrativo que faz "foco na 'aparência' da cidade e na sua projeção nacional, em detrimento da atuação em áreas vitais para a população". É isso que estamos mudando. Nossa administração não está aqui para defender os interesses de um grupo de cineastas, por mais que eles precisem de ajuda e contem com a nossa compreensão. Triste para eles, melhor para a população de Paulínia! JOSÉ PAVAN JÚNIOR, 53, é prefeito de Paulínia (SP)
    Nossa administração não está aqui para defender o interesse de cineastas. Triste para eles, melhor para a população de Paulínia, com sa...
  • QS World University Rankings by Subject 2012 – Education
    do  QS Intelligence Unit   de  Abby Chau The QS World University Rankings by Subject 2012 release features 29 subject areas and ...
  • ‘Brasil segue jogando com futuro das florestas’, diz WWF-Brasil
    from  GLOBO - Últimas notícias   by  Cleide Carvalho SÃO PAULO - A WWF-Brasil divulgou nota na qual afirma que apenas o veto int...
  • Isaac Roitman analisa gargalos da ciência brasileira
      O pesquisador proferiu palestra em comemoração aos 112 anos do Instituto Oswaldo Cruz. O professor e pesquisador Isaac Roitman , qu...
  • Verba federal para pequisa em SP cai 23%
    Diminuição aconteceu em 15 anos, de 1996 ao ano passado; produção científica paulista não teve queda no período Dado se refere a apoi...

Translate

Perfil de Jorge Werthein

Minha foto
Ver meu perfil completo

Jorge Werthein

  • Artigos Publicados
  • Livros

Twitter

Follow @jwerthein

TRANSLATE THIS PAGE

Pesquisar neste blog

Visualizações deste Blog

Seguidores

Twitter

Arquivo do blog

  • ▼  2018 (56)
    • ►  outubro (2)
    • ►  julho (6)
    • ►  junho (13)
    • ►  maio (9)
    • ►  abril (6)
    • ▼  março (7)
      • Ministro diz que vetará plano que libera 40% do en...
      • As estratégias das marcas para infiltrar propagand...
      • Fake news: o fim da universidade paga no Chile
      • Não há Base para aprender sem professores
      • Student Learning and Arming Teachers by larrycuban
      • Bônus a professor pode perpetuar desigualdade, diz...
    • ►  fevereiro (7)
    • ►  janeiro (6)
  • ►  2017 (625)
    • ►  dezembro (45)
    • ►  novembro (28)
    • ►  outubro (76)
    • ►  setembro (73)
    • ►  agosto (42)
    • ►  julho (11)
    • ►  junho (58)
    • ►  maio (82)
    • ►  abril (45)
    • ►  março (44)
    • ►  fevereiro (56)
    • ►  janeiro (65)
  • ►  2016 (591)
    • ►  dezembro (100)
    • ►  novembro (71)
    • ►  outubro (40)
    • ►  setembro (97)
    • ►  agosto (46)
    • ►  julho (46)
    • ►  junho (34)
    • ►  maio (21)
    • ►  abril (14)
    • ►  março (34)
    • ►  fevereiro (39)
    • ►  janeiro (49)
  • ►  2015 (648)
    • ►  dezembro (24)
    • ►  novembro (35)
    • ►  outubro (42)
    • ►  setembro (37)
    • ►  agosto (32)
    • ►  julho (29)
    • ►  junho (73)
    • ►  maio (103)
    • ►  abril (78)
    • ►  março (70)
    • ►  fevereiro (45)
    • ►  janeiro (80)
  • ►  2014 (1457)
    • ►  dezembro (122)
    • ►  novembro (76)
    • ►  outubro (92)
    • ►  setembro (170)
    • ►  agosto (116)
    • ►  julho (108)
    • ►  junho (135)
    • ►  maio (115)
    • ►  abril (109)
    • ►  março (134)
    • ►  fevereiro (109)
    • ►  janeiro (171)
  • ►  2013 (2465)
    • ►  dezembro (159)
    • ►  novembro (192)
    • ►  outubro (168)
    • ►  setembro (154)
    • ►  agosto (171)
    • ►  julho (218)
    • ►  junho (211)
    • ►  maio (184)
    • ►  abril (232)
    • ►  março (297)
    • ►  fevereiro (206)
    • ►  janeiro (273)
  • ►  2012 (4801)
    • ►  dezembro (314)
    • ►  novembro (346)
    • ►  outubro (339)
    • ►  setembro (366)
    • ►  agosto (403)
    • ►  julho (430)
    • ►  junho (428)
    • ►  maio (555)
    • ►  abril (485)
    • ►  março (369)
    • ►  fevereiro (333)
    • ►  janeiro (433)
  • ►  2011 (3850)
    • ►  dezembro (338)
    • ►  novembro (430)
    • ►  outubro (436)
    • ►  setembro (441)
    • ►  agosto (401)
    • ►  julho (333)
    • ►  junho (320)
    • ►  maio (290)
    • ►  abril (295)
    • ►  março (182)
    • ►  fevereiro (198)
    • ►  janeiro (186)
  • ►  2010 (1258)
    • ►  dezembro (168)
    • ►  novembro (139)
    • ►  outubro (103)
    • ►  setembro (128)
    • ►  agosto (92)
    • ►  julho (104)
    • ►  junho (59)
    • ►  maio (107)
    • ►  abril (130)
    • ►  março (175)
    • ►  fevereiro (53)
  • ►  2008 (4)
    • ►  agosto (4)
  • ►  2007 (1)
    • ►  agosto (1)

Popular Posts

  • UNESCO: Analfabetismo funcional
    A recente divulgação dos dados da oitava edição do Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), pesquisa realizada pelo Instituto Paulo Monte...
  • Counting the Hungry
    By  MARTÍN CAPARRÓS SEPT. 27, 2014 Photo A malnourished 5-month-old was held by her mother in a camp in Mogadishu, Somalia, i...
  • La burbuja universitaria
    Vida&Artes: Tanto Bolonia para esto JOSE-GINES MORA   22 AGO 2012 -  El País Recomendar en Facebook Twittear ...
  • Pobre América Latina
    EDITORIAIS editoriais@uol.com.br Folha de S. Paulo. 24.8.2012 O relatório da ONU "Estado das Cidades da América Latina e Carib...
  • Universidade com aspas
    EDITORIAIS editoriais@uol.com.br No Brasil, instituições de ensino superior com perfis distintos recebem o mesmo nome; rankings deve...
  • JOSÉ PAVAN JÚNIOR Cinema ou escolas? Nossa administração não está aqui para defender o interesse de cineastas. Triste para eles, melhor para a população de Paulínia, com saúde e escolas O episódio da suspensão (não houve cancelamento) do Festival de Cinema de Paulínia de 2012 nos remete a uma importante reflexão mais profunda sobre a política de utilização de recursos públicos. A reportagem "Filme queimado" (na Folha, no último dia 19) informa que o polo cinematográfico da cidade foi construído na administração passada, que ele custou R$ 490 milhões (R$ 490 milhões!) e que está subutilizado. É verdade. Em outro trecho, o texto diz que o prédio da Escola Magia do Cinema "deu lugar a uma escola de ensino fundamental". Também é verdade. Ocorre que, nos últimos dez anos, Paulínia (SP) não recebeu nenhuma nova escola, apesar do grande crescimento da população. Agora, estamos entregando, no mês que vem, dois novos prédios escolares, para atender 1.800 alunos. Enquanto não ficam prontos, tomamos emprestadas as dependências da escola de cinema citada, onde centenas de meninos e meninas recebem aulas curriculares. Mas, até o meio deste ano, o prédio será devolvido, dando continuidade a todo o trabalho que o polo cinematográfico vem fazendo: há dois filmes já em pré-produção e atendemos 2.100 alunos com aulas de dança, música, teatro e cinema. Há cursos e workshops de direção de arte, produção e fotografia, que continuam, e a temporada de concertos musicais já foi lançada. E muito mais. A defasagem que hoje a Prefeitura de Paulínia está suprindo no atendimento direto à população não existe apenas na área de educação. Hoje, há 1.479 casas populares em fase final de construção, duas novas creches estão em acabamento e mais 550 novas vagas em creches foram viabilizadas em convênios com escolas particulares. O hospital atende com equipamentos de primeiro mundo. A cidade, antes poluída, ganha prêmios pela preservação do meio ambiente. E, principalmente, há um grandioso programa de ação social que atende mais de 20 mil pessoas, com programas como o Renda da Família, o Bolsa-Educação, o Bolsa-Amamentação, a passagem de ônibus a R$ 1, a distribuição de cestas de alimentos, entre outros. O administrador é obrigado a fazer opções. A nossa, em Paulínia, está sendo priorizar as áreas que atendem à população, principalmente aos mais necessitados. O Festival de Cinema teria um custo direto de R$ 3,5 milhões. Mas o próprio material de captação de recursos, editado pelos organizadores, informa que "o orçamento total é estimado em R$ 8,8 milhões". Todos sabem como são essas "estimativas". A realidade é que a captação de patrocínios só tinha conseguido contratar R$ 400 mil. A diferença fatalmente também recairia sobre os recursos municipais. Não é justo! Não é correto! Em dezembro, um estudo qualitativo feito pelo Ibope apontou que a população da cidade está descrente e cansada do modelo administrativo que faz "foco na 'aparência' da cidade e na sua projeção nacional, em detrimento da atuação em áreas vitais para a população". É isso que estamos mudando. Nossa administração não está aqui para defender os interesses de um grupo de cineastas, por mais que eles precisem de ajuda e contem com a nossa compreensão. Triste para eles, melhor para a população de Paulínia! JOSÉ PAVAN JÚNIOR, 53, é prefeito de Paulínia (SP)
    Nossa administração não está aqui para defender o interesse de cineastas. Triste para eles, melhor para a população de Paulínia, com sa...
  • QS World University Rankings by Subject 2012 – Education
    do  QS Intelligence Unit   de  Abby Chau The QS World University Rankings by Subject 2012 release features 29 subject areas and ...
  • ‘Brasil segue jogando com futuro das florestas’, diz WWF-Brasil
    from  GLOBO - Últimas notícias   by  Cleide Carvalho SÃO PAULO - A WWF-Brasil divulgou nota na qual afirma que apenas o veto int...
  • Isaac Roitman analisa gargalos da ciência brasileira
      O pesquisador proferiu palestra em comemoração aos 112 anos do Instituto Oswaldo Cruz. O professor e pesquisador Isaac Roitman , qu...
  • Verba federal para pequisa em SP cai 23%
    Diminuição aconteceu em 15 anos, de 1996 ao ano passado; produção científica paulista não teve queda no período Dado se refere a apoi...
Tecnologia do Blogger.